segunda-feira, 21 de junho de 2010

Sincope etérea


Incontido sentimento que fulgura plano sobre ti
Qual teu nome anjo sem asas?
Teu rumo perante este destino incerto
Teu furor reluzente de atos possessos?
Discreto pulsar, errante incrédula existência.
O que te impulsiona rumo à persistência?
O que te leva a superação dos medos
Aflições, tristezas e males da humanidade?
Desconhecido pensamento, incógnito caminhar.
Sentimentos fugazes, eterno brilho das estrelas ao luar
Qual escuridão permanente? Tua presença ausente
Sinto tua falta, teu abraço envolvente
Vide a mim inebriante desatino
Te procuro, e espero inesperada espera sem nome
Sem hora, sentimento que me rende
Me prende e me apavora...

21-06-2010
JYM

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