sábado, 17 de julho de 2010

Pávido colibri


Teu semblante sereno fulgura sob minha mente
Teu nome ecoa na vazia melodia ausente
Mas presente em meu coração
Qual desarmonia, instigante paixão?

Vejo o cair das folhas com o passar do tempo
Ao sopro do vento, gelado... descompassado
Minha existência calada diante de ti
Sem palavras... perplexo colibri

Admiro tuas asas, tuas palavras caladas
Teu pouso sereno, teu vôo de flor em flor
Qual felicidade eterna, alegres rimas

Doce colorido das flores, das folhas
Sentimento surreal todavia sem valor
Íntimo oculto interior em chamas

17-07-2010
JYM

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