sexta-feira, 14 de maio de 2010

Enigma


São teus versos em prosa
Seu olhar penetrante
Esta existência pulsante
Que lhe entrega uma rosa

Por tua palavra escrita
Num mural sem nome
Esta chama que me consome
Por um mistério que grita

Chamo incontáveis vezes
Lúdico delírio, enigma
Teu nome inconfundível

Ao cair da noite, ao passar dos meses
Tuas palavras e teu jeito me anima
Porem inalcançável, caso impossível

JYM
26-04-2010

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